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Blog Operaction


Fresagem asfalto

30/10/2014
Enviado por Paulo Tagliaferri

DEFINIÇÃO

Fresagem a frio consiste no corte ou desbaste de uma ou mais camadas do pavimento asfáltico por meio de processo mecânico a frio. É realizada através de cortes por movimento rotativo contínuo, seguido de elevação do material fresado para caçamba do caminhão basculante.

A fresagem deve produzir uma superfície de textura aparentemente uniforme, sobre a qual o rolamento do tráfego seja suave.

A superfície deve ser isenta de saliências diferenciadas, sulcos contínuos e outras imperfeições de construção, quando o pavimento permitir.

A fresagem de pavimento tem como finalidade a remoção de pavimentos previamente à execução de novo revestimento asfáltico. É executada em áreas com ocorrência de remendos em mau estado, áreas adjacentes a panelas, rupturas plásticas e corrugações, áreas com grande concentração de trincas e outros defeitos.

A fresagem do pavimento aplica-se também na remoção revestimento betuminoso existente sobre o tabuleiro de obras de arte especiais, em áreas de intensa deteriorização, regularização de pavimento de encontros, e como melhoria de coeficiente de atrito nas pistas em locais de alto índice de derrapagem.

A fresagem do pavimento é também a etapa preliminar para a reciclagem de pavimentos asfálticos.

No processo a frio a fresagem é executada sem qualquer pré-aquecimento.

Os serviços descritos nesta especificação abrangem o corte, desbaste, carga, transporte e descarga dos resíduos resultantes da operação de fresagem.

EQUIPAMENTOS

Todos os equipamentos devem ser examinados antes do início da execução da obra e devem estar de acordo com esta especificação. Os equipamentos básicos necessários para execução dos serviços são:

 a)       Máquina fresadora com as seguintes características:

  -capacidade mecânica e dimensões que permitam a execução da fresagem de maneira uniforme, com dispositivos que permitam graduar corretamente a profundidade de corte;

 -possuir comando hidráulico que permita variações na espessura de fresagem, com uma largura mínima de 0,20 m até a largura de 3,80;

 -capacidade de nivelamento automático e precisão de corte que permitam o controle de conformação da inclinação transversal para satisfazer o projeto geométrico;

 -dispositivo que permita a remoção do material cortado simultaneamente à operação de fresagem, com a elevação do material removido na pista para a caçamba do caminhão basculante;

 -os dentes do tambor fresador devem ser cambiáveis e permitir que sejam extraídos e montados através de procedimentos simples e práticos, visando o controle de largura de corte.

 -dispositivo que permita a asperção de água para controlar a emissão de poeira emitida na operação de fresagem

 b)       Caminhões basculantes;

 c)       Vassouras mecânicas;

 d)       Compressores de ar;

 e)       Caminhão tanque de água;

 f)        Miinicarregadeiras;

 g)       Retroescadeira de pneus;

 h)       Materiais de consumo: bits, jogos de dentes.

 EXECUÇÃO

 A remoção do pavimento asfáltico deve ser executada através de fresagem mecânica a frio do pavimento, respeitando a espessura indicada no projeto e a área demarcada previamente.

Quando o material da fresagem for destinado a reciclagem, previamente à fresagem deve ser

retirado o excesso de sujeira e resíduos da superfície do pavimento, por meio de varrição

mecânica.

O material resultante da fresagem deve ser imediatamente elevado para carga no caminhão e

transportado para o local em que for reaproveitado ou para o bota-fora.

Os locais de estocagem devem ser previstos no projeto ou em locais obtidos pela construtora e devidamente aprovados pela fiscalização.

Na ocorrência de placas de material de revestimento devido à variação de espessura da camada de revestimento a ser removida, deve-se aumentar a profundidade da fresagem para eliminação desses resíduos.

Durante a fresagem deve ser mantida a operação de jateamento de água, para resfriamento dos dentes da fresadora e controlar a emissão de poeira.

Para limpeza da área fresada, devem ser utilizadas vassouras mecânicas que disponham de caixa para recebimento do material e jateamento de ar comprimido.

 CONTROLE

  Controle da Superfície Fresada

 A fresagem deve obedecer aos limites da área demarcada previamente.

A superfície fresada deverá apresentar textura uniforme, sendo que os sulcos resultantes não devem ultrapassar a 0,5 cm.

  Controle do Desempeno da Superfície Fresada

 O desempeno da superfície deve ser verificado visualmente, e é considerado satisfatório desde que não se observe caimentos para centro da pista.

  Controle da Espessura Fresada

 Deve-se medir a espessura da fresagem a cada passada, admitindo-se variações de mais ou menos

 0,3 cm em relação à profundidade indicada no projeto.

 CONTROLE AMBIENTAL

Os procedimentos de controle ambiental referem-se à proteção de corpos d’água, da vegetação lindeira e da segurança viária.

 Os seguintes procedimentos devem ser observados na execução da fresagem do pavimento:

    a ) Devem ser implantadas a sinalização de alerta e de segurança de acordo com as normas  pertinentes aos serviços;

     b) Deve ser proibido o tráfego desnecessário dos equipamentos fora do corpo da estrada para evitar danos desnecessários à vegetação e interferências na drenagem natural;

     c) Aas áreas destinadas ao estacionamento e manutenção dos veículos devem ser devidamente sinalizadas, e localizadas de forma que os resíduos de lubrificantes ou combustíveis não sejam carreados para os cursos d’água. As áreas devem ser recuperadas ao final das atividades;

    d) Todos os resíduos de lubrificantes ou combustíveis utilizados pelos equipamentos, seja na manutenção ou operação dos equipamentos, devem ser recolhidos em recepientes  adequados e dada a destinação apropriada;

    e) Caso o material fresado não venha a ser utilizado na execução de novos serviços e venha a ser estocado, deve-se nivelar o terreno do estoque, de modo permitir a drenagem conveniente da área e a retirada do material fresado quando necessário.

    f) E obrigatório o uso de EPI, equipamentos de proteção individual, pelos funcionários.

CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO

 O serviço deve ser medido em metro cúbico de fresagem asfaltica.

 O volume é calculado multiplicando-se a extensão obtida a partir do estaqueamento pela largura da seção transversal e espessura de projeto dos locais efetivamente fresados.

 


Amarração de Maquinas que percorrem longas distâncias

23/10/2014
Enviado por Paulo Tagliaferri

Um assunto que interessa a todo caminhoneiro e operadores e garante a segurança do frete.

A amarração de cargas é praticada todos os dias por milhares de motoristas e com certeza você, operador, sabe que é muito arriscado fazer uma viagem se a sua carga não estiver bem amarrada – o risco de perdê-la é grande, além de gerar lentidão nas viagens e insegurança a outros veículos nas estradas. É claro que a amarração mal feita não é o único causador de acidentes nas rodovias, mas a falta de normas técnicas e procedimentos para amarração e consolidação da carga contribuem para aumentar esses tristes números. É comum vermos muitas cordas em ação, cabos de aço, em alguns casos de máquinas pesadas o uso de correntes de aço e, mais recentemente, o uso de cintas de amarração com catraca. Mas lembre-se: não basta a utilização dos melhores equipamentos se não forem conectados de forma segura na carga e no veículo de transporte! Para melhor compreendermos a sistemática dos acidentes de transporte e a solução de contenção da carga, temos que levar em conta: forças físicas, estruturas veiculares, correta distribuição da carga, equipamentos de amarração (cabos de aço, cintas têxteis, correntes e cordas) e pontos de conexão na carroceria. Quando estamos no interior do caminhão em movimento, ao frear, arrancar ou fazer curvas, por exemplo, forças invisíveis atuam em nossos corpos e em tudo que estiver no veículo de transporte, inclusive a carga. Dessa forma é possível calcular a resistência dos equipamentos utilizados, além de algumas características adicionais como a força de pré-tensionamento.

 

 

A resistência dos equipamentos de amarração é importante, mas o que mais conta é a força aplicada e a manutenção desta força durante o transporte. É comum vermos caminhões rodando nas estradas com cintas e cordas afrouxadas, o que significa que a carga está totalmente solta e se uma situação emergencial de frenagem ocorrer, a carga iniciará o deslocamento contra a cabine, muitas vezes perfurando-a, danificando-a e, em alguns casos, causando ferimentos e até a morte dos integrantes. Se os pontos de amarração no veículo não tiverem resistência suficiente, estes podem romper ou entortar causando também acidentes. Notem que é um conjunto de fatores que manterão a segurança do sistema e o motorista deverá ter total controle sobre os mesmos. Equipamentos certos e em dia: Como escolher os dispositivos adequados e saber se eles estão em boas condições após um tempo de uso. Mesmo quando um profissional dispõe dos melhores dispositivos e conhecimento técnico para a amarração, seu trabalho não será eficiente se não souber fazer a escolha certa dos equipamentos e, também, se não verificar se eles continuam em boas condições após o uso prolongado. É comum encontrarmos cabos de aço, cordas e cintas têxteis, muitos deles de acordo com os padrões exigidos, sendo utilizados sem critérios técnicos e de forma perigosa, aumentando os riscos de acidentes. Apresentamos algumas indicações de como escolher e os principais pontos que devem ser verificados para descobrir se os equipamentos continuam em bom estado.

Ao comprar os equipamentos de amarração

Todos os equipamentos utilizados em amarração de carga devem trazer identificação permanente e visível com algumas informações: - Nome do fabricante - Carga máxima de trabalho em traçãodireta - Comprimento - Data de fabricação - Número da norma brasileira (NBR) - Código de rastreabilidade

Na compra exija sempre do fornecedor o certificado de garantia da qualidade e o certificado de teste do lote.

Cintas têxteis

São fios trançados de tecido plano que trabalham em conjunto com catracas e os terminais conectados na carroceria do caminhão. Em geral, são fabricados com material sintético, de preferência o poliéster, que apresenta boa resistência ao atrito e baixo alongamento - isto é, estica pouco. Existem cintas de diversas larguras - de 25 a 100 milímetros – usadas de acordo com o peso da carga. Para caminhões, as mais comuns são as cintas de 50 milímetros, para capacidades de carga entre 2 e 2,5 toneladas; e as de 100 milímetros, para cargas superiores a 5 toneladas. Por medida de segurança, nunca se deve ultrapassar o limite estabelecido para cada tipo de cinta. Dicas para usar:- Utilize somente cintas sem danos - Não aplique nós às cintas de amarração - Não utilize cintas de amarração em aplicações de elevação de cargas Quando deixar de usar: - Com danos causados por produtos químicos - Com perfurações, desfiamentos e deformações

Correntes

Devem ser produzidas com aço de alta resistência (grau 80 no mínimo). Na amarração são tensionadas por meio de alavancas ou catracas apropriadas. Dicas para usar: - Utilize somente correntes em bom estado e inspecionadas - Não dar nós nas correntes - Não utilize as correntes em cantos vivos Quando deixar de usar: - Com amassamentos, deformações, corrosão intensa

Cordas

Como são mais comuns no mercado, na hora de comprar cordas para amarração de carga, é preciso observar alguns itens importantes. Preferencialmente deve-se utilizar as cordas trançadas. Diâmetro É a espessura da corda, medida em milímetros ou polegadas. Nas aplicações em que é preciso manter contato da corda com a mão, é importante que se observe a “pega”. Nesses casos, evite cordas com menos de 12 milímetros de diâmetro. Rendimento É a quantidade de metros encontrada em um quilo de corda (metro/quilo). Até cordas de um mesmo diâmetro têm rendimentos diferentes, pois as matérias-primas usadas na sua fabricação possuem pesos diferentes. Nó Evite dar nós, pois eles reduzem a resistência da corda em até 40%. Carga de ruptura É o ponto de rompimento de uma corda quando submetida a um esforço superior a sua resistência. Escolha uma corda que seja adequada ao peso da carga a ser transportada pelo caminhão. A corda não pode trabalhar no seu limite máximo de resistência. Carga de trabalho É a carga média ideal a que uma corda deve ser submetida quando em uso. Este é o padrão correto na escolha de uma corda. Dependendo do grau de riscos empregados no uso de uma corda, ela deve ser usada bem abaixo do seu ponto de ruptura. Isso evita que a corda possa se romper causando acidentes. Elasticidade É a propriedade de alongamento de uma corda, ou o quanto ela estica. Este alongamento (alto ou baixo) resulta de uma combinação da fibra usada para fazer a corda e de como foi tecida. Cordas com elevada elasticidade podem comprometer a segurança pois “perdem o contato” com a carga, permitindo o deslizamento da mesma em freadas bruscas.

Cabos de Aço

Os cabos de aço para amarração são utilizados em catracas fixas ou em combinação com cintas ou correntes de amarração. Dicas para usar: - Utilize somente quando em bom estado e inspecionados - Não aplicar nós nos cabos - Não utilize os cabos em cantos vivos - O uso de laços de cabos de aço com clipes não é recomendado para utilização em amarração de cargas, pois podem escorregar Quando deixar de usar: - Se as presilhas ou olhais estiverem danificados - Com redução do diâmetro, ruptura de arames e amassamentos - Nos casos de corrosão do cabo e seus acessórios. Pontos de amarração Como muitos caminhões não têm pontos de amarração nas carrocerias, muitas vezes os terminais dos equipamentos são conectados em locais que não possuem resistência suficiente, aumentando o risco de acidentes. Caso seu veículo não tenha pontos de amarração com resistência identificada, procure uma empresa especializada que venda terminais basculantes soldáveis com resistência gravada em alto relevo no próprio equipamento.

Não vale a pena se arriscar. Acidentes no transporte rodoviário de cargas costumam ser muito graves e podem colocar em risco a sua vida e a dos demais usuários da rodovia.


Máquina certa no lugar certo. Receita da maior produtividade.

29/09/2014
Enviado por Marcus Lacerda

Ninguém melhor que o operador de máquinas pesadas para saber o quanto o seu equipamento é produtivo. Mesmo que ele não faça as medições de produtividade e custos de operação, o seu sentimento, ao operar um equipamento, é capaz de dizer se aquela máquina é produtiva ou não.

Mas, para obter a máxima produtividade de um equipamento existe um fator é primordial: saber se a máquina está realmente dimensionada para o trabalho que ela irá fazer.  Não falo apenas do porte do equipamento, mas também das suas características de operação. E elas podem variar bastante. Podem ser máquinas de pneus ou esteiras, caçambas ou lâminas, grandes ou pequenas, com alcance curto ou longo, leve ou pesada. Ou seja, existe uma série de características que irão determinar se aquele equipamento é realmente adequado para o trabalho proposto.

Publicamos um vídeo da JCB confrontando uma retroescavadeira com uma miniescavadeira. Neste vídeo, a retro da JCB dá um show de produtividade sobre o outro equipamento. Mas será que uma retro é realmente tão mais produtiva assim?

 

 

Este é motivo deste blog. Discutir as diferentes variáveis que influenciam na escolha de um equipamento e suas respectivas capacidades de trabalho.

Não é nosso objetivo criticar a abordagem feita pela JCB nesta comparação, mas sim chamar a atenção para a metodologia utilizada e as condições de trabalho escolhidas. Existem certos tipos de operação que certamente irão favorecer os trabalhos  com miniescavadeiras e que não foram citadas pela JCB. Querem exemplos? Escavações rentes à muros, escavações em locais de difícil acesso, trabalhos em terrenos com baixa sustentação, escavações mais profundas. Isto para citar algumas apenas. Existem muitas outras situações onde a escolha do equipamento pode determinar sua aplicação.

O vídeo da JCB é de caráter muito mais comercial que técnico. Está certo. Um fabricante vive das suas vendas. Mas, antes de julgar se um equipamento é produtivo para uma determinada operação, faça uma análise detalhada das características que você necessitará para ter a maior produtividade com o menor custo de operação. Em muitos casos, a diferença é tão grande que a execução do trabalho pode gerar um grande prejuízo para o equipamento e para seu bolso.

Convido vocês a assistirem o vídeo no nosso site, na TV OPERACTION a opinarem no nosso facebook (facebook.com.br/operaction) sobre esta assunto.


Os drones e UAVs em breve serão vistos e usados nas obras.

26/09/2014
Enviado por Marcus Lacerda

Estes objetos voadores poderão ser os primeiros a conhecer os canteiros de obras, através de imagens colhidas de cima, estas imagens, mescladas com um programa 3D podem dar uma noção exata dos futuros problemas do terreno escolhido. Hoje estão sendo usados em fotografias aéreas mas no futuro poderão percorrer, em tempo real, o futuro trajeto de uma estrada e fornecer informações topográficas inéditas para os padrões atuais!

Um vídeo teste em uma obra da Odebrecht no parque Tropical em Salvador, mostra detalhes da obra, com vista aérea exclusiva dos edifícios, a vista que os futuros moradores irão ter nos apartamentos e detalhes das maquinas na obra!

 

 

 

Os brinquedos começam com U$ 300 atingem U$ 60.000 conforme as câmeras exigidas!

Veja o vídeo  em alta resolução abaixo.

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=xLMSx0GjSc4


Porque os acidentes acontecem?

25/09/2014
Enviado por Marcus Lacerda

É possível agrupar as causas segundo os dois grandes grupos de condicionantes de acidentes,  atos inseguros e condições inseguras.Verifica-se que a maior parte dos acidentes (78,78%) são ocasionados por atos inseguros, o que é obtido pela soma das porcentagens das causas específicas como falta de atenção, cansaço, falta de conhecimento / treinamento, pressa e embriaguez.  Por outro lado, apenas 22,22% dos acidentes relatados no Brasil são creditados a limitações relacionadas ao equipamento pesado. A falta de atenção e o cansaço, que resultam em atos inseguros, têm sua gênese também explicada pela ação indireta do equipamento antigo que, devido a problemas em suas características ergonômicas (conforto), pode resultar no aumento da fadiga do operador.

A falta de conhecimento / treinamento, apontada como uma das principais causas dos acidentes, pode ser explicada pelo fato de a maior parte dos operadores (60,74%) não terem frequentado algum curso de operação de equipamentos pesados, que desse ênfase, além dos aspectos de produtividade do trabalho, à segurança. Um exemplo típico da falta de conhecimento em relação à prevenção dos acidentes com equipamentos é a elevada porcentagem (66,34%) de operadores que permitem que pessoas andem de "carona" na máquina (as vezes até na caçamba!). Esta atitude pode resultar em quedas de pessoas com o veiculo em movimento, um dos principais tipos de acidentes graves, conforme foi explicado anteriormente.

Outro produto da falta de conhecimento e, também, da falta de condições de segurança nos equipamentos atualmente em uso no Brasil refere-se ao cinto de segurança. Os dados obtidos apontam que 61,11% dos maquinários em uso, não possuem cinto de segurança. Com relação aos tratores que possuem cinto de segurança, em cerca de 69% dos casos os operadores não o usam. Cabe salientar que a presença e uso do cinto de segurança é requisito obrigatório para o tráfego dos equipamentos pesados em rodovias, segundo o Capítulo IX, Seção I, artigo 96 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503, de 23 de setembro de 1997). Além disso, os dados obtidos mostram que, muitas vezes, as máquina  são equipadas com estruturas de proteção contra capotamento, mas o operador não usa o cinto, de forma que sua eficiência praticamente é anulada.

A falta de atenção é outra importante causa dos acidentes. Esta têm sua origem em função, dentre outros fatores, da operação de equipamentos obsoletos ergonomicamente mal projetados e de aspectos ligados à jornada de trabalho, que podem aumentar de maneira substancial o nível de fadiga ao qual o operador encontra-se submetido. Isto resulta numa diminuição de sua capacidade de concentração, o que pode resultar em acidentes. Pôde-se observar que 67,65% dos operadores entrevistados têm uma jornada de trabalho superior a 8 horas durante os períodos de maior demanda de trabalho, que correspondem, normalmente, às épocas de pico. Portanto, a longa jornada de trabalho em determinados períodos pode explicar, em grande parte, o elevado número de acidentes observados.


SafetySense: o controlador wireless para escavadeiras e máquinas pesadas

22/09/2014
Enviado por Marcus Lacerda

Se você é um verdadeiro apaixonado por simuladores, deve saber que existem jogos desse tipo para os mais diversos fins. Há simuladores de voo, de carros, de serviços públicos e até mesmo de equipamentos para a construção civil. Mas se você achava que os controles remotos iam ficar limitados a esses games, está muito enganado. Isso acontece porque os controladores já são uma realidade para os comandos de máquinas de verdade.

Há diversas escavadeiras e perfuratrizes que permitem o controle remoto para melhorar as condições de segurança dos operadores, mas hoje esses controles são limitados a materiais que utilizam cabos para as conexões entre botões e máquinas pesadas. E é exatamente isso que o novo SafetySense da Humanistic Robotics pretende mudar, pois ele traz o fim dos cabos. Pois é, estamos falando de um mecanismo sem fio!

O SafetySense promete garantir que operadores tenham acesso às funções de comando das escavadeiras e outras máquinas sem precisar estar ligado a elas por meio de cabos. Isso pode garantir ainda mais segurança nas operações, uma vez que os responsáveis podem ficar a maiores distâncias e, assim, terem melhor visão do que está acontecendo com os seus equipamentos na construção civil.

 

 

Este controlador é bastante parecido com um controle de Xbox e a Humanistic Robotics garante que em menos de dez minutos é possível que qualquer pessoa consiga operar as máquinas com bastante facilidade. Por enquanto, o SafetySense está em fase de testes e não há previsão para a chegada comercial dele. Mesmo assim, se você se interessa pelo tema é importante ficar atento aos próximos passos da empresa.

 


Minicarregadeiras: Investimento, locação e alguns aspectos interessantes.

19/09/2014
Enviado por Paulo Tagliaferri

Esta pensando em investir em uma Minicarregadeira e colocar para trabalhar?

Cuidado, algumas análises devem ser feitas antes de sua decisão final...

Comece analisando o mercado de atuação do equipamento, o número de concorrentes e os valores unitários de locação. A locação de equipamentos de terraplenagem é algo regionalizado, não compensando deslocar o equipamento para longas distâncias a menos que o contrato seja de 6 meses ou mais, dependendo do tamanho e custo horário do equipamento. Você devera analisar se fornecerá o abastecimento, manutenção e operação, ou se estes custos ficarão por conta do cliente. A carga tributária de empresas de terraplenagem ou de locação com operador é mais pesada, e sem mão de obra, é muito mais simples.

 

 

 

Vantagens Minicarregadeiras

1-Ideais para operar onde os acessos são limitados é capaz de escavar com grande eficiência e despejar carga na caçamba do caminhão mesmo em espaços extremamente reduzidos, em função da possibilidade de giro sobre o próprio eixo.

2-Extrema versatilidade

3-Grande variedade de acessórios

4-Equipamentos de fácil transporte

5-Equipamentos de fácil manutenção

6-Preços interessantes de locação em alguns mercados

7-Equipamentos de fácil operação

Pontos críticos das Minicarregadeiras

1-Equipamentos importados

2-Peças encontradas em concessionárias são mais caras

3-Mais sensíveis a combustível contaminado.

4- Dificuldade de encontrar peças de reposição

5-Muitos furos nos pneus, necessidade de uso de gel.

6-Evitar minicarregadeiras acima de 3,5. ton., pois tem baixo valor de locação, maior custo de aquisição, maior manutenção e reparos devido a sobrecarga.

7-Baixo valor de revenda.

8-Dificuldade de locação em zonas rurais

9- Gasto elevado com pneus.

Lembre-se que quanto menor a máquina, como as minicarregadeiras, menor o custo de aquisição e diretamente relacionado a isto, maior a concorrência no mercado.

Para alguns clientes, as minicarregadeiras têm a obrigação de trabalhar em condições severas, espaços reduzidos e com preço geralmente menor do que seria o necessário para realizar o trabalho manualmente.

Pense bem e analise estas informações. As minicarregadeiras já são uma realidade no nosso mercado e, a cada dia, está se tornando uma boa opção de investimento.


Homens x Mulheres: Quem são os melhores operadores de equipamentos pesados?

15/09/2014
Enviado por Paulo Tagliaferri

Muitas pessoas acreditam que estes equipamentos pesados, grandes e poderosos devam ser operados somente por homens. Graxa nas mãos, botas sujas de lama e cheiro de diesel na camisa são apenas uma parte do trabalho. Não existe lugar para as mulheres, certo?

Não necessariamente. Embora existam poucas mulheres que operem as brutas amarelas, as que se aventuram recebem elogios.

Poderiam as mulheres ser melhores que os homens neste tipo de trabalho? Abaixo algumas constatações que vão fazer você rever seus conceitos.

Capacidade de aprendizagem

Quando se trata de treinamento, as mulheres se garantem... Em nossa cultura, assumimos que todos os homens têm o domínio sobre as máquinas. Isto pode levar ao excesso de confiança ou de falta de atenção na fase de treinamento e formação profissional. As mulheres operadoras investem mais na busca de oportunidades preparatórias, se há um curso de uso de GPS ou desenvolvimento de tecnologia relacionada ao trabalho, elas participarão se isso ajudá-las a melhorar suas habilidades. E as mulheres destacam-se e assumem a dianteira.

Na fase de treinamento, rapidamente se torna evidente que as mulheres são mais participativas e esforçadas, seguem os regulamentos e cuidam bem dos equipamentos.

Vantagem: Mulheres

Habilidade na operação

Especialmente em novas situações, as mulheres são, em primeiro lugar, mais conservadoras e hábeis. Alguns homens, especialmente jovens, querem ir de zero a cem num curto espaço de tempo e tendem a ficar em apuros em diversas situações. Eles têm uma tendência a brutalidade e despejam potencia hidráulica que podem danificar o equipamento e até mesmo o local da operação. As mulheres possuem um progresso mais cuidadoso e fazem melhor ao longo prazo.

Vantagem: Mulheres

Aptidão mecânica

Vários meninos crescem brincando com bicicletas, carrinhos e, eventualmente, motocicletas ou carros. Os jovens que cresceram com uma chave na mão desenvolvem hábitos mentais que são úteis para a compreensão de como as coisas funcionam, uma grande vantagem quando se trata de resolução de problemas, reparos e conhecimentos gerais de equipamentos pesados.

Mas algumas exceções, no entanto, são dignas de nota. No mundo de hoje de computadores e de videogames, os meninos cada vez menos gastam o seu tempo livre com brinquedos e consertos. E em segundo lugar, as garotas não são necessariamente imunes a mecânica, tudo dependerá da companhia que tiverem quando jovens. Se uma menina cresce cercada por uma casa cheia de meninos e seus brinquedos e carros, é provável que ela entenda de alguma coisa e até mesmo crescer e se tornar proficiente em habilidades mecânicas.

Vantagem: Homens no geral, mas há exceções.

Atenção aos detalhes

Eu sempre fico impressionado pela forma como as mulheres cuidam de suas máquinas. Elas as mantêm limpas e não deixam lixo nas cabines. Se houver uma gota de óleo vazando na roda ou algum pequeno reparo necessário elas avisam imediatamente, são muito atenciosas e responsáveis.

Vantagem: Mulheres

Atitude e empregabilidade

Não há nenhuma dúvida, as mulheres trabalham tão duro como os homens o fazem. Nas empresas que contratam mulheres elas são funcionárias muito estáveis. Elas se mostram para o trabalho. Elas não têm medo de fazer perguntas e é mais difícil para elas porque estão competindo em um ambiente que tem sido dominado por homens durante séculos.

Vantagem: Mulheres

Retenção

Nenhum empregador gosta de contratar e treinar um funcionário, dar-lhes uma valiosa experiência e cursos para perdê-los mais tarde. Em empregos de escritório às vezes isso acontece quando uma jovem mulher tem um filho e decide deixar o trabalho e se dedicar ao filho em casa. Mas, na construção há uma quantidade considerável de rotatividade entre os trabalhadores do sexo masculino também.

Vantagem: Empate

 

Porque os homens dominam este mercado?

Até a pouco tempo atrás, os equipamentos pesados tinham duas características facilmente identificadas: cabines abertas e comandos mecânicos. Bem, mas o que isto tem haver com as mulheres? Simples, como as cabines eram, em sua maioria abertas, os impactos externos provenientes das operações eram muito fortes sobre o operador. Apenas os homens tinham resistência para suportar fortes ventos, terra no rosto, poeira nos olhos, variações climáticas e altos níveis de ruídos. Os comandos, por serem mecânicos, necessitavam de elevada força física para o acionamento. Isto levava os operadores, ao final da jornada de trabalho, à uma enorme fadiga física. As mulheres não apresentavam uma força física compatível com o acionamento dos comandos mecânicos. Aqui uma ligeira vantagem para as mulheres. Como são mais sensíveis, elas respondem melhor aos comandos eletrônicos e pilotados.

Pois bem, hoje praticamente todas as máquinas do mercado oferecem cabine fechada e comandos eletrônicos ou pilotados hidraulicamente. Neste novo cenário tecnológico, as mulheres podem oferecer a mesma produtividade com o mesmo desgaste físico dos homens.

As manutenções também foram facilitadas. Qualquer pessoa, homem ou mulher, é capaz de executar as manutenções programadas pelos fabricantes.

Vantagem: Ligeira vantagem das mulheres com relação à sensibilidade na utilização dos comandos hidráulicos.

 

Veredito: Se você puder encontrar operadoras do sexo feminino, contrate-as!

Todas as mulheres querem um tratamento justo. Quando chegam num canteiro de obras querem ser tratadas iguais ao resto da equipe. Nada de frescura.

Mas a chave para uma boa integração das mulheres no trabalho é garantir que os empregadores não as obriguem a situações constrangedoras. Onde há respeito não existem problemas de relacionamento entre homens e mulheres.

A natureza perigosa das obras torna imperativo que todos, homens e mulheres, respeitem-se uns aos outros, o respeito pelos valores e a vida é o que importa. Apesar de não existir um estudo específico sobre este assundo, acredito que no Brasil elas representam menos de 0,5% dos operadores de máquinas em atividade. Mas isto pode mudar rapidamente. O mercado está de olho nelas.

 

Redigido por Paulo Tagliaferri


Operadores sonolentos

23/08/2014
Enviado por Paulo Tagliaferri

Muitos operadores relatam problemas de sono, sabemos que uma noite mal dormida, acordar muitas vezes durante a noite ou até mesmo ficar totalmente sem dormir, podem ser devastadores para o novo dia de trabalho. Dormir bem é fundamental para desenvolver as atividades durante o dia, principalmente pessoas que trabalham com máquinas pesadas ou guindastes em que pequenas distrações podem levar a acidentes, por isso, uma boa noite de sono, será um dos fatores para evitar acidentes de trabalho, Abaixo algumas dicas para conseguir uma soneca básica:

  • Compre um travesseiro macio, aquele que você se sente bem com a altura e o recheio.
  • Crie o hábito de dormir no mesmo horário, o corpo se acostumará com as novas rotinas de sono.
  • Evite encher a barriga no jantar, alimentos gordurosos ou grandes quantidades de alimentos fazem com que o organismo tenha que trabalhar mais, e tomar água exageradamente vai fazer com que tenha que urinar mais vezes, perturbando o sono, lembre-se que a bexiga do homem e menor que a das mulheres.
  • Crie hábitos interessantes antes de deitar, leia um livro, tome um banho morno, faça sexo e assim por diante.
  • Não faça exercícios pesados antes do momento de ir dormir.
  • Se tentar dormir, e em 15 minutos não conseguir, levante e faça algo para ficar um pouco cansado, esqueça os problemas, neste momento o importante é dormir para no outro dia estar disposto e resolver qualquer problema.
  • É aconselhável dormir um pouco mais cedo que normalmente dorme. Se preferir feche as janelas para que o quarto fique escuro, de preferência um que tenha pouco barulho externo.
  • Crie um ninho confortável – Para dormir bem é importante criar um meio ideal para o sono, use um mosquiteiro se tiver insetos que possam incomodar, tampe os olhos, tampões nos ouvidos, cobertores, colchão confortável, ventiladores, ar condicionado, umidificador de ambiente são muito úteis ou outros dispositivos.
  • Evite fumar, beber, tomar refrigerantes e café durante a noite.
  • Tome pílulas para dormir somente em último caso e principalmente que tenha indicação de seu médico.


Planejamento e segurança

21/08/2014
Enviado por Paulo Tagliaferri

Planejamento e segurança em operações de máquinas pesadas, que há pouco tempo eram temas secundários, se tornaram pauta prioritária devido aos recentes acontecimentos que evidenciaram de maneira negativa o setor da construção.

Principais causas de acidentes envolvendo operadores de máquinas pesadas:

1- Falha no planejamento

2- Falta de supervisão

3- Baixa qualificação de operadores, falta de treinamento.

4- Alta carga horária de trabalho, inclusive noturno.

5- Complexidade operacional

6- Negligências na operação

7-Falta de equipamentos de segurança

Abaixo algumas dicas e conselhos básicos que podem reduzir a quantidade de lesões que ocorrem em seu local de trabalho.  Ao seguir estes simples passos, você será capaz de reduzir o risco de pedido de indenização por acidente.

- Tente evitar usar roupas soltas ou joias se operar máquinas - isto é algo que lhe foi ensinado na escola e é uma coisa boa para a prática de como isso pode resultar em evitar um acidente fatal.

- Cobrar de seu empregador o treinamento correto para exercer seu trabalho com segurança - varias empresas fornecem treinamentos específicos explicando as políticas de saúde e segurança que devem ser seguidas em todas as fases da operação.

- Tomar medidas necessárias para evitar a entrada de pessoas no raio de ação da máquina. Pontos cegos podem ocasionar acidentes involuntários.

- Mantenha os cabelos longos amarrados para trás e fora do caminho-A falta de visão simultânea pode interferir na operação.

- Informe o seu empregador, se você tem dores ou se tem algo que o impeça de executar seu trabalho corretamente. Muitos problemas podem ser evitados.

- Detalhe quaisquer ferimentos, doenças ou tensões que possam ter ocorridos para a sua chefia, logo que elas acontecem - isso ajudará a limitar e destacar quaisquer áreas com problemas que precisarão ser reacessados para evitar que aconteçam novamente no futuro.

- Informe o seu empregador, se você faz uso de medicação que pode impedi-lo de fazer o seu trabalho corretamente ex. calmantes, o uso de tais medicações coloca você e aqueles ao seu redor em risco de acidente.

- O uso incorreto de equipamentos de segurança podem permitir que você não esteja devidamente protegido.

- Na máquina não utilizar acessórios que você desconhece seu funcionamento, ex. martelo hidráulico – é muito importante usar as ferramentas e equipamentos somente com as instruções ou você pode aumentar essa chance de uma lesão.

- Aplicar o senso comum para cada risco observe a inclinação máxima e sempre mantenha uma distância mínima de dois metros das bordas, valas, etc., cuidado com mudança de sentido de direção em relação a buracos ou irregularidades do terreno.

- Ao trafegar entre áreas com desnível sempre utilizar acessos adequados para mudar de áreas, a inversão nas encostas deve ser feita de forma harmoniosa e com o implemento levantado de tal forma que a frente da máquina fique sempre na parte mais baixa do terreno.

- No caso de choque ou tombamento desligue imediatamente o motor, pois do contrário, poderá haver início de incêndio. Não esqueça da chave geral.

- Para trabalhar com segurança, perto de barrancos ou valas, mantenha uma distância de pelo menos a altura do barranco ou vala, entre a máquina e o início da ribanceira.

- Não faça rebocamentos com correntes ou cabos de aço, pois, se o veículo atolado sair de uma vez, fatalmente irá atropelar a maquina que o está rebocando.

- Quando for puxar máquinas, caminhões, etc., verifique se o cambão está bem fixo em ambos os veículos e centralizado.

- Não improvisar "macacos" para consertos ou reparos e nem para erguer ou abaixar escavadeiras ou outras máquinas pesadas.

- Ao interromper um trabalho, ainda que por pouco tempo, apoie o implemento no solo.

 

Primeiros socorros em acidentes

O atendimento imediato, a presteza e atuação correta do operador, podem ser vitais para a vítima e até evitar consequências graves.

a) Cuide de sua segurança – Se possível, a maquina devera estar posicionada em um local seguro e desligada.

b) Sinalize e isole o local do acidente - Use triângulo, galhos de árvores ou outros objetos que devem ser colocados a uma distância segura do local.

c) Não tome nenhuma atitude antes de examinar - observe bem o acidente para melhor se informar e saber o que fazer além de prestar melhores esclarecimentos ao atendimento médico.

d) Se estiver escuro não use fósforos ou qualquer objeto inflamável - No caso de vazamento de gases pode provocar incêndios.

e) Peça ajuda - Evite agir sozinhos, principalmente na remoção ou movimentação de veículos ou objetos pesados.

 

Danos causados ao trabalhador

O somatório das perdas, muitas delas irreparáveis, é avaliado e determinado levando-se em consideração os danos causados à integridade física e mental do operador, os prejuízos da empresa e os demais custos resultantes para a sociedade.

As estatísticas da Previdência Social, que registram os acidentes e doenças decorrentes do trabalho, revelam uma enorme quantidade de pessoas prematuramente mortas ou

incapacitadas para o trabalho.

Lembre-se sempre que os operadores que sobrevivem a acidentes com maquinas pesadas são também atingidos por danos que se materializam em:

 

-Sofrimento físico e mental;

-Cirurgias e remédios;

-Próteses e assistência médica;

-Fisioterapia e assistência psicológica;

-Dependência de terceiros para acompanhamento e locomoção;

-Diminuição do poder aquisitivo;

-Desamparo à família;

-Estigmatizaçao do acidentado;

-Desemprego;

-Marginalização;

-Depressão e traumas.

 

A segurança e fundamental.

 

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