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Será o mercado agrícola a solução para a linha amarela?

01/05/2018
Enviado por Marcus Lacerda

A 25edição da AGRISHOW - maior feira de agronegócios da América Latina - foi aberta ontem, 30 de abril, na cidade de Ribeirão Preto, São Paulo.

A AGRISHOW é reconhecida pelo elevado potencial de negócios para o segumento agropecuário com uma expectativa de movimentação de mais de 2,3 bilhões de reais nesta edição 2018.

O mercado brasileiro de máquinas pesadas vem sofrendo, ao longo dos últimos 5 anos, uma enorme retração. Saímos de um volume de vendas de aproximadamente 30.000 máquinas em 2013 para 7.500 unidades vendidas em 2017. Muitos fabricantes tiveram suas produções redimensionadas para o mercado interno e a exportação, principalmente para a América Latina, tornou-se uma válvula de escoamento da produção interna.

É natural que o segmento de máquinas pesadas da linha amarela veja no segmento agrícola uma excelente oportunidade para vendas, uma vez que os tradicionais mercados estão ainda em profunda crise. Mas será que há tanto mercado assim para as máquinas pesadas?

Para o pequeno agricultor, que investe em tratores de pequeno e médio portes, as máquinas da linha amarela representam um elevado custo de aquisição e não são a solução completa para as suas necessidades. Os tratores agrícolas, para os pequenos agricultores sempre foi o "canivete suiço", uma máquina que resolve todos os problemas e necessidades no campo. 

Já para o agricultor de médio porte certas demandas podem ser supridas com as máquinas pesadas. Algumas propriedades necessitam de manutenção de estradas, aberturas de valas de irrigação, curvas de nível, açudes para armazenamento de água e, dependendo do tipo de cultivo, a manipulação de cargas. Porém fica a grande pergunta: há trabalho para estas máquinas o ano todo? A locação não seria o melhor caminho? Vamos lembrar que o custo de aquisição e operação de equipamentos como motoniveladoras, pás carregadeiras ou escavadeiras hidráulicas são muito altos e nem sempre o retorno financeiro é viável.

No caso de grandes propriedades, o conhecido agrobusiness, as mesmas aplicações e necessidades do agrilcultor de médio porte estão presentes em volumes que possam justificar o investimento em uma máquina pesada. A infraestrutura dos grandes negócios agrícolas pode absorver os custos elevados destes equipamentos. Aqui há sim mercado e aplicações que justifiquem o investimento em marketing e publicidade dos fabricantes. Apenas um detalhe tem que ser levado em consideração: não seria melhor, em função do número de empresários do agronegócio, um marketing direto? Uma abordagem específica para cada necessidade? 

Um evento como a AGRISHOW tem um elevado poder de influência no segmento agrícola. Para os fabricantes de máquinas o custo de montagem de um stand não é pequeno. Então fica mais uma pergunta: as margens financeiras provenientes de eventuais vendas na feira pagam o investimento de estar lá? 

Máquinas agrícolas foram projetadas para atender as demandas do campo. A maioria destas máquinas tem como característica técnica fundamental a tração. A grande maioria dos implementos agrícolas necessitam de tração para executarem os seus respectivos trabalhos. As máquinas da linha amarela em sua grande maioria são máquinas de carga e movimentação de terra em larga escala. Esta diferença conceitual é muito importante na escolha da tecnologia que vai trazer a solução para as necessidades do campo com o melhor custo operacional. 

 


Stand Case CE Agrishow

Esta na hora das empresas fabricantes de máquinas da linha amarela pensarem nos seus tradicionais mercados, novos nichos e nas novas possibilidades de aplicação, que não são poucas. O mercado das máquinas pesadas voltará em um ou dois anos, por isso está na hora de trabalhar e preparar novas opções técnicas. Não se trata de virar as costas para a agricultura, mas de entender que somente este segmento não será a solução de vendas dos próximos anos.


A crise e o desemprego. Novos tempos.

18/01/2017
Enviado por Marcus Lacerda

Nosso país passa por um dos seus momentos mais delicados. Estamos mergulhados em uma profunda crise de confiança política e econômica. Uma das maiores da nossa história. 

Além de profunda, é uma crise longa. E isto agrava ainda mais o panorama para um futuro próximo.

O segmento de construções foi um dos mais atingidos pelos recentes acontecimentos, principalmente pela operação Lava Jato. Este segmento é fundamental para a nosssa sociedade gerando milhares de empregos e desenvolvendo nossa infraestrutura. 

O Brasil hoje está nas mãos do STF (Supremo Tribunal Federal). Sem uma definição rápida da operação Lava Jato não conseguiremos retomar a confiança necessária para a recuperação da nossa economia. Novos investimentos não serão feitos e o desemprego continuará alto. O Brasil precisa ser passado a limpo, e rápido. 

Todos os dias notícias e mais notícias nas páginas policiais são destinados aos nossos políticos e grandes empresas. Já estamos acostumados a escândalos envolvendo pessoas públicas (que deveriam ser exemplos de honestidade e respeito à administração pública), empresários, lobistas e nem nos importamos mais.

Neste tempo de incertezas, temos que nos preparar. A qualificação profissional é fundamental para aumentar a competitividade na busca de uma vaga de emprego. Vivemos uma nova era de controle de recursos nas operações que envolvem máquinas pesadas. A partir de agora não basta apenas produzir, é necessário reduzir (e muito) os custos operacionais. Somente um operador treinado pode alcançar este novo patamar de produtividade a baixo custo.

Na nossa página temos um estudo sobre consumo de combustível (http://www.operaction.com.br/desafio-consumo-de-combustivel) que mostra o tamanho do ganho que apenas a economia deste insumo pode gerar. 

É hora de reunir todas as forças para reconstruir nosso país. Operadores e empresários juntos para buscar novas soluções na geração de mais trabalho para todos. Nós da OPERACTION estamos juntos nesta caminhada e acreditamos que um futuro melhor virá em breve (se o STF deixar, é claro)!


O que nos espera em 2015

21/01/2015
Enviado por Marcus Lacerda

2015 começou e com ele uma grande parcela de desconfiança. Nossa economia vem demonstrando sinais de enfraquecimento desde o último ano. A ameaça da volta da inflação, crise na área energética, escândalos de corrupção são alguns temas que não nos permite olhar para frente e vislumbrar um futuro promissor. Pelo menos no futuro próximo.

O cenário de equipamentos será amplamente afetado pelo atual momento. A operação Lava Jato investiga as principais construtoras do nosso país, responsáveis pelas grandes obras de infraestrutura que tanto precisamos. Os primeiros impactos já são sentidos por muitos profissionais na área de construção, com demissões em massa em algumas destas empresas e máquinas sendo vendidas ou leiloadas em pequenos espaços de tempo. Para muitas empresas, fazer caixa e reduzir custos passou a ser a nova ordem. Questão de sobrevivência.

Todos estes movimentos indicam que a recessão chegará até a outra ponta da linha. Estou me referindo aos operadores de máquinas. O grande problema não está apenas na redução do ritmo das atuais obras. O medo toma conta, neste momento, dos novos empreendimentos. Nestes poucos meses após a copa do mundo ainda percebemos a necessidade de grandes obras de infraestrutura. Temos muitos projetos de melhoria em nossas rodovias, portos, aeroportos. Isto sem contar as obras de saneamento básico necessárias em várias partes do Brasil. Mas não vemos nenhum movimento para o início de novas frentes.

Para as empresas uma nova realidade nas negociações das obras públicas passará a vigorar. A cobrança será grande por parte da sociedade e dos órgãos de fiscalização (leia-se Polícia Federal, em particular). Isto significa preços mais enxutos, menores custos nas obras, menor desperdício de materias, combustível e energia. Além disto, a busca constante da máxima produtividade de pessoas e de máquinas.

Então é hora de trabalhar. Isto mesmo. É na crise que crescemos. Vamos aproveitar este tempo de entressafra na industria da construção e nos preparar melhor para o futuro. 

Ainda convivemos com uma discrepância absurda na formação profissional no nosso país. Não há como buscar qualquer tipo de competitividade produtiva sem qualificação. 

Há pouco mais de um ano iniciamos nossas atividades no segmento de formação técnica de operadores de máquinas pesadas. Fico assustado com o abismo de conhecimentos geral e técnico que ainda encontramos dentro das cabines de operação. E não é só dentro da cabine, fora também. Gestores sem preparação e sem conhecimentos específicos também contribuem para a baixa produtividade e elevados gastos nas obras e em todas as frentes de trabalho.

Paralelamente, o governo inicia, junto ao Ministério do Trabalho, uma fiscalização mais aguda nas atividades relacionadas à operação de equipamentos. Pautadas nas normas regulamentadoras, uma série de ações do ministério serão impostas aos proprietários de equipamentos. Isto impactará em multas e até restrições nos canteiros de obras ou pátios fechados.

Isto significa que não há mais espaço para profissionais sem qualificação no mercado. Não dá mais para dizer que os vários anos de experiência irão proporcionar um novo emprego. Não há como competir sem preparação, sem conhecimento.

A questão é, com medo ou não, precisamos andar para frente. A realidade muda com muita velocidade. Mais do que nunca precisamos nos preparar para enfrentar os difíceis desafios que já estão aí e os que ainda virão.

Nós estamos nos preparando. Prepare-se também.

 


Minicarregadeiras: Investimento, locação e alguns aspectos interessantes.

19/09/2014
Enviado por Paulo Tagliaferri

Esta pensando em investir em uma Minicarregadeira e colocar para trabalhar?

Cuidado, algumas análises devem ser feitas antes de sua decisão final...

Comece analisando o mercado de atuação do equipamento, o número de concorrentes e os valores unitários de locação. A locação de equipamentos de terraplenagem é algo regionalizado, não compensando deslocar o equipamento para longas distâncias a menos que o contrato seja de 6 meses ou mais, dependendo do tamanho e custo horário do equipamento. Você devera analisar se fornecerá o abastecimento, manutenção e operação, ou se estes custos ficarão por conta do cliente. A carga tributária de empresas de terraplenagem ou de locação com operador é mais pesada, e sem mão de obra, é muito mais simples.

 

 

 

Vantagens Minicarregadeiras

1-Ideais para operar onde os acessos são limitados é capaz de escavar com grande eficiência e despejar carga na caçamba do caminhão mesmo em espaços extremamente reduzidos, em função da possibilidade de giro sobre o próprio eixo.

2-Extrema versatilidade

3-Grande variedade de acessórios

4-Equipamentos de fácil transporte

5-Equipamentos de fácil manutenção

6-Preços interessantes de locação em alguns mercados

7-Equipamentos de fácil operação

Pontos críticos das Minicarregadeiras

1-Equipamentos importados

2-Peças encontradas em concessionárias são mais caras

3-Mais sensíveis a combustível contaminado.

4- Dificuldade de encontrar peças de reposição

5-Muitos furos nos pneus, necessidade de uso de gel.

6-Evitar minicarregadeiras acima de 3,5. ton., pois tem baixo valor de locação, maior custo de aquisição, maior manutenção e reparos devido a sobrecarga.

7-Baixo valor de revenda.

8-Dificuldade de locação em zonas rurais

9- Gasto elevado com pneus.

Lembre-se que quanto menor a máquina, como as minicarregadeiras, menor o custo de aquisição e diretamente relacionado a isto, maior a concorrência no mercado.

Para alguns clientes, as minicarregadeiras têm a obrigação de trabalhar em condições severas, espaços reduzidos e com preço geralmente menor do que seria o necessário para realizar o trabalho manualmente.

Pense bem e analise estas informações. As minicarregadeiras já são uma realidade no nosso mercado e, a cada dia, está se tornando uma boa opção de investimento.


Miniescavadeiras cada vez mais presentes no Brasil

06/06/2014
Enviado por Paulo Tagliaferri

Miniescavadeiras cada vez mais presentes no Brasil

Com preços cada vez mais em conta elas começam a aparecer em todas as obras brasileiras. O seu pequeno tamanho,aliado a extrema versatilidade destas miniescavadeiras demonstraram ser ágeis e resistentes. São usadas principalmente onde existem áreas com restrição de espaço, como prédios, escavações em ruas e rodovias, serviços rentes a muros, preparação de alicerces, paisagismo, abertura de piscinas, demolições e remoção de entulhos entre outros. O frete acessível e a facilidade de transporte reforçam esta preferência.

Devido a formidável expansão no setor imobiliário na região sul e sudeste as maiores concentrações se encontram ali. O preço da mão de obra e a falta de trabalhadores qualificados contribuíram também para a procura deste tipo de equipamento.

O mercado de locação tem sido o diferencial para o aumento de usuários desse tipo de máquina, principalmente nos grandes centros, com as proibições de transporte de equipamentos com maior porte.

As tecnologias compactas, a cada ano se aprimoram e conseguem executar tarefas mais complexas com eficiência surpreendente. Estas miniescavadeiras possuem um opcional que permite o uso de martelo hidráulico muito utilizado em demolições facilitando a remoção de paredes e concreto com extrema facilidade. Outro atrativo e o preço de aquisição mais acessível isso tem atraído muitos investimentos no setor de locação que, segundo dados das fabricantes, tornou-se o maior consumidor dessas pequenas máquinas nos últimos tempos.

Existe uma enorme gama de equipamentos que variam de uma dez toneladas todas com tecnologia semelhante e baixo custo operacional.

Redigido Paulo Tagliaferri

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