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Planejamento e segurança

21/08/2014
Enviado por Paulo Tagliaferri

Planejamento e segurança em operações de máquinas pesadas, que há pouco tempo eram temas secundários, se tornaram pauta prioritária devido aos recentes acontecimentos que evidenciaram de maneira negativa o setor da construção.

Principais causas de acidentes envolvendo operadores de máquinas pesadas:

1- Falha no planejamento

2- Falta de supervisão

3- Baixa qualificação de operadores, falta de treinamento.

4- Alta carga horária de trabalho, inclusive noturno.

5- Complexidade operacional

6- Negligências na operação

7-Falta de equipamentos de segurança

Abaixo algumas dicas e conselhos básicos que podem reduzir a quantidade de lesões que ocorrem em seu local de trabalho.  Ao seguir estes simples passos, você será capaz de reduzir o risco de pedido de indenização por acidente.

- Tente evitar usar roupas soltas ou joias se operar máquinas - isto é algo que lhe foi ensinado na escola e é uma coisa boa para a prática de como isso pode resultar em evitar um acidente fatal.

- Cobrar de seu empregador o treinamento correto para exercer seu trabalho com segurança - varias empresas fornecem treinamentos específicos explicando as políticas de saúde e segurança que devem ser seguidas em todas as fases da operação.

- Tomar medidas necessárias para evitar a entrada de pessoas no raio de ação da máquina. Pontos cegos podem ocasionar acidentes involuntários.

- Mantenha os cabelos longos amarrados para trás e fora do caminho-A falta de visão simultânea pode interferir na operação.

- Informe o seu empregador, se você tem dores ou se tem algo que o impeça de executar seu trabalho corretamente. Muitos problemas podem ser evitados.

- Detalhe quaisquer ferimentos, doenças ou tensões que possam ter ocorridos para a sua chefia, logo que elas acontecem - isso ajudará a limitar e destacar quaisquer áreas com problemas que precisarão ser reacessados para evitar que aconteçam novamente no futuro.

- Informe o seu empregador, se você faz uso de medicação que pode impedi-lo de fazer o seu trabalho corretamente ex. calmantes, o uso de tais medicações coloca você e aqueles ao seu redor em risco de acidente.

- O uso incorreto de equipamentos de segurança podem permitir que você não esteja devidamente protegido.

- Na máquina não utilizar acessórios que você desconhece seu funcionamento, ex. martelo hidráulico – é muito importante usar as ferramentas e equipamentos somente com as instruções ou você pode aumentar essa chance de uma lesão.

- Aplicar o senso comum para cada risco observe a inclinação máxima e sempre mantenha uma distância mínima de dois metros das bordas, valas, etc., cuidado com mudança de sentido de direção em relação a buracos ou irregularidades do terreno.

- Ao trafegar entre áreas com desnível sempre utilizar acessos adequados para mudar de áreas, a inversão nas encostas deve ser feita de forma harmoniosa e com o implemento levantado de tal forma que a frente da máquina fique sempre na parte mais baixa do terreno.

- No caso de choque ou tombamento desligue imediatamente o motor, pois do contrário, poderá haver início de incêndio. Não esqueça da chave geral.

- Para trabalhar com segurança, perto de barrancos ou valas, mantenha uma distância de pelo menos a altura do barranco ou vala, entre a máquina e o início da ribanceira.

- Não faça rebocamentos com correntes ou cabos de aço, pois, se o veículo atolado sair de uma vez, fatalmente irá atropelar a maquina que o está rebocando.

- Quando for puxar máquinas, caminhões, etc., verifique se o cambão está bem fixo em ambos os veículos e centralizado.

- Não improvisar "macacos" para consertos ou reparos e nem para erguer ou abaixar escavadeiras ou outras máquinas pesadas.

- Ao interromper um trabalho, ainda que por pouco tempo, apoie o implemento no solo.

 

Primeiros socorros em acidentes

O atendimento imediato, a presteza e atuação correta do operador, podem ser vitais para a vítima e até evitar consequências graves.

a) Cuide de sua segurança – Se possível, a maquina devera estar posicionada em um local seguro e desligada.

b) Sinalize e isole o local do acidente - Use triângulo, galhos de árvores ou outros objetos que devem ser colocados a uma distância segura do local.

c) Não tome nenhuma atitude antes de examinar - observe bem o acidente para melhor se informar e saber o que fazer além de prestar melhores esclarecimentos ao atendimento médico.

d) Se estiver escuro não use fósforos ou qualquer objeto inflamável - No caso de vazamento de gases pode provocar incêndios.

e) Peça ajuda - Evite agir sozinhos, principalmente na remoção ou movimentação de veículos ou objetos pesados.

 

Danos causados ao trabalhador

O somatório das perdas, muitas delas irreparáveis, é avaliado e determinado levando-se em consideração os danos causados à integridade física e mental do operador, os prejuízos da empresa e os demais custos resultantes para a sociedade.

As estatísticas da Previdência Social, que registram os acidentes e doenças decorrentes do trabalho, revelam uma enorme quantidade de pessoas prematuramente mortas ou

incapacitadas para o trabalho.

Lembre-se sempre que os operadores que sobrevivem a acidentes com maquinas pesadas são também atingidos por danos que se materializam em:

 

-Sofrimento físico e mental;

-Cirurgias e remédios;

-Próteses e assistência médica;

-Fisioterapia e assistência psicológica;

-Dependência de terceiros para acompanhamento e locomoção;

-Diminuição do poder aquisitivo;

-Desamparo à família;

-Estigmatizaçao do acidentado;

-Desemprego;

-Marginalização;

-Depressão e traumas.

 

A segurança e fundamental.

 


Dicas do ar condicionado

18/08/2014
Enviado por Paulo Tagliaferri

O condicionamento do ar é o processo que regula, artificialmente, a temperatura, fluxo de ar e umidade, proporcionando um ambiente agradável aos seus usuários a um nível desejado.

O sistema de ar condicionado deve manter o ambiente da cabine em condição confortável para o operador, mesmo que as condições do lado externo do veículo sejam desfavoráveis.

Tipos de ar

Ar condicionado analógico.

É o mais comum deles, ele tem botões rotatórios ou deslizantes com sistema manual de temperatura. Neste caso o usuário escolhe a temperatura em uma escala, mas o sistema não consegue manter essa temperatura fazendo que ajustes frequentes sejam obrigatórios. O usuário precisa também definir a velocidade do ventilador e operar a recirculação quando necessário.

.Ar condicionado automático.

O sistema é bem parecido com o sistema do ar condicionado analógico, a grande diferença é que neste caso o controle de temperatura é automático. Esse ar condicionado, diferentemente do ar condicionado analógico, mantém a temperatura escolhida na cabine evitando que o usuário fique fazendo ajustes a todo o momento.

.Ar condicionado digital.

Esse ar condicionado é controlado por botões simples, mas com todas as informações em uma tela, ser digital, no entanto não significa ter controle automático de temperatura. Somente no “ar condicionado digital automático” a temperatura do ar escolhida pode ser mantida caso seja acionado o botão “AUTO”. O aparelho decide a velocidade do ventilador e a direção que o vento deve seguir além de abrir e fechar a circulação de ar a fim de alcançar a temperatura escolhida pelo usuário.

O ar condicionado vem sendo usado em um número cada vez maior no interior de máquinas e equipamentos. Vários fatores têm influenciado este aumento. Além da diminuição do preço, a questão do conforto também faz com que operadores preferiram enfrentar a poeira sem ter de suportar o desgaste com o calor tropical típico de boa parte de nosso país, o barulho ensurdecedor dos grandes centros urbanos, já que nesse caso, as janelas podem ficar fechadas.

Um fator muito importante é a qualidade de vida que o ar condicionado proporciona aos usuários. A satisfação de estar em um ambiente confortável, sem poeira, evitando respirar ar poluído, como a fumaça de equipamentos, e principalmente o barulho externo tem influenciado muito, reduzindo o stress, principalmente para aqueles que têm a máquina como uma ferramenta de trabalho. O aumento da produtividade é evidente.

Algumas dicas gerais de uso e importantes sobre o ar condicionado:

1 - Ligar o ar condicionado não gasta o gás do sistema, não se preocupe. Isso é uma das maiores bobagens sobre o assunto. O gás, aliás, não precisa ser completado ou reposto se tudo estiver em dia. Ele só vazará em caso de defeito.

2 - O gás do ar também não vicia nem fica velho, como você deve ter escutado por aí. Se tudo estiver correto, pode durar toda a vida útil da maquina.

3 - O mesmo vale para o óleo do ar (sim, vai óleo no ar). Diferentemente do motor do carro, ele precisa ser trocado ou completado só em caso de vazamento ou manutenção do sistema.

4 - Em equipamentos com ar automático (aquele digital que você regula a temperatura) a velocidade do ar não interfere na temperatura interna. Ou seja, se você deixou em 23 graus, o ambiente interno ficará em 23 graus na velocidade número 2 ou 3 do ventilador. A velocidade maior só fará com que o ambiente interno chegue à temperatura indicada mais rapidamente. Depois, ele manterá a mesma.

5 – No ciclo urbano, as máquinas gastam em média de 5% a 10% mais com o ar ligado do que se estivesse desligado. Não entre na conversa de que o consumo cai pela metade.

6 - Durante o inverno ou nos períodos em que o aparelho não seja usado por muito tempo, deve-se ligá-lo por uns 10 minutos durante a semana, a fim de se evitar danos no compressor, principalmente no selo retentor de vedação do eixo e mangueiras especiais de refrigeração, consequentemente escape do gás refrigerante; Não esqueça claro, de conferir o filtro de cabine para garantir que não entrem impurezas para o veículo.

7 - Quando a máquina está a muito tempo parada sob o sol forte é bom abrir os vidros para circular o ar novo antes de fechar tudo e ligar o ar condicionado. Caso contrário, a troca térmica vai demorar mais tempo dentro da maquina. Logo após feche as janelas, nunca deixando a menor entrada de ar externo, para um melhor aproveitamento da refrigeração;

8 - Sempre que possível mande examinar a tensão da correia do compressor e não se preocupe com a água que normalmente escorre através dos tubos de drenagem do seu evaporador, para fora e de baixo de seu equipamento. Trata-se da desumidificação do ar interno, que seu aparelho removeu para o exterior;

9 - É indicado desligar o ar quando estiver chegando ao destino e deixar somente a ventilação. Isso elimina a umidade na tubulação e evita a proliferação de fungos.

10 - Em dias de chuva, aparelho de ar condicionado funciona também como desembaçador dos vidros, além de manter uma temperatura interna constante, a gosto do usuário;

11 - A fumaça e o ar viciado dentro do seu carro devem ser eliminados, abrindo-se, por alguns minutos, os quebra-ventos ou janelas, ou desligando o sistema de recirculação de ar interno.

12 - A recirculação do ar, isto é, circulação do ar do próprio habitáculo, sem entrada de ar externo, é indicada para:

  • Resfriamento mais rápido;
  • Evitar a entrada de poeira, fumaça e odores externos;
  • Passadas estas condições, recomendamos utilizar a tomada de ar externo para renovar o ar do habitáculo.

 

Manutenção

A manutenção do filtro de cabine deve ser feita obedecendo à orientação

do fabricante do produto, consulte sempre o manual de operação e manutenção.

Por que fazer manutenção periodicamente?

  • Para manter o rendimento;
  • Prolongamento da vida útil do equipamento;
  • Evita quebras, reduzindo os gastos com trocas de peças;
  • Manter os aparelhos limpos evita a concentração de ácaros, fungos, mofos e bactérias, mantendo o ar sempre puro.

Alertas para a troca

Como a alta concentração de poluentes no ambiente pode influenciar a validade do filtro, a troca também é recomendada sempre que forem observadas as seguintes condições:

  • Odor desagradável (filtro e sistema de ventilação sujos);
  • Redução da entrada de ar para a cabine (filtro saturado);
  • Perda de eficiência do ar condicionado;
  • Sensação de ar pesado no interior do veículo.

Pá Carregadeira, aprendendo a usar corretamente

09/08/2014
Enviado por Paulo Tagliaferri

Você sabia que por mais que o operador seja experiente ele pode diminuir a vida útil de uma pá carregadeira e sacrificar a produtividade através de uma operação indevida de certas funções ou utilizar o equipamento de maneira a forçar o desgaste prematuro de determinados componentes? Os riscos aumentam quando um o operador assume os comandos dos controles com desconhecimento.

Todos os fabricantes enfatizam a importância do treinamento de operadores independentemente dos seus níveis de experiência. Por isso alguns fabricantes, em conjunto com seus concessionários, oferecem programas de treinamento, após a compra de uma nova máquina. Se o operador for treinado antes da entrega, uma porção de problemas podem ser evitados.

Como todo ser humano, o operador não se dá conta de que ele pode estar usando a máquina de forma incorreta, ele se utiliza de suas experiências anteriores e acha que está tudo bem. Mas se ele não for treinado adequadamente e desconhecer as novas tecnologias, ele operará a carregadeira, como se fosse uma máquina construída na década de 70. As tecnologias estão mudando muito rápido e reciclagens sobre a matéria são fundamentais.

As funções das carregadeiras podem diferir entre as diferentes marcas. Certifique-se sempre que o operador foi treinado no equipamento e conhece todas as suas funções, caso contrário ele estará acionando as teclas a esmo. O treinamento do operador é fundamental.

O manual do operador é um recurso inestimável, o operador deve ler e reler o manual que descreve as técnicas adequadas, informando sobre recursos que podem melhorar a produtividade e conforto do operador. O tempo investido em estudar o manual pode ter retorno significativo para o proprietário no sentido de obter maior produtividade.

Abaixo examinaremos algumas áreas problemáticas, associados à operação de pá carregadeira, juntamente com algumas sugestões.

As áreas de desgaste mais comuns nas carregadeiras são os pinos dianteiros, caçamba, dentes e placas desgaste inferiores. Os desgastes são acelerados por falta de manutenção em geral. Por exemplo, a falta de lubrificação nos pinos da articulação irão acelerar o desgaste e vida útil dos mesmos, é importante seguir o guia de lubrificação e outras orientações de serviço prescritas no manual do operador.

Cuidado com a caçamba, um descuido pode custar caro! Certifique-se de reformar ou substituir as facas e placas de desgaste na parte inferior da caçamba antes de começar a perfurar a mesma. Se nada for feito, o consumo do equipamento frontal pode custar um monte de dinheiro antes do esperado.

A escolha da caçamba também pode afetar seu desgaste global e consumo na extremidade frontal da máquina. Se a caçamba não penetrar facilmente no material, o operador acaba acelerando e forçando mais, ocasionando um maior estresse nos os pinos e buchas, enfraquecendo a caçamba como um todo. O desgaste dos pinos e buchas aumentarão, bem como custos adicionais de combustível, etc.

Selecionando caçambas específicas e adequadas para cada aplicação do material, a operação será mais eficiente, minimizando o desgaste destes componentes.

O sistema de freios das carregadeiras (exceto em máquinas hidrostáticas) trabalham com o atrito, gerando muito calor. Se os freios forem aplicados excessivamente, ocorrerá superaquecimento e desgaste prematuro, resultando em falhas no sistema. As causas mais comuns são:

• operadores inexperientes correndo demais, fazendo paradas abruptas, curtas e intermitentes.

• operadores distraídos fazendo aplicação não intencional por "descanso do pé" nos pedais de freio

• operador estressado ​​(sob pressão, quanto à produtividade) pisa forte no acelerador e em seguida aciona o freio, forçando uma parada em uma menor distância.

Para prolongar a vida útil dos freios recomenda-se treinar os operadores para desacelerar mais cedo e permitir que o peso da máquina e a carga utilizem a inércia e o atrito antes de aplicar os freios.

Também é importante entender como usar eficazmente o mecanismo de "declutch" da transmissão. Uma porção de operadores estão utilizando mal o desengate.

O "declutch" neutraliza a transmissão durante o ciclo de frenagem. Ao acioná-lo, colocamos a transmissão em neutro toda vez que pisamos no freio. Ao pisar no freio, priorizamos o fluxo hidráulico da máquina, aumentando a velocidade do implemento frontal - a máquina não estará forçando o freio.

Se os operadores utilizarem o desengate corretamente, eles liberarão a transmissão e não haverá esse efeito de empurrar, priorizando o sistema hidráulico, e produzindo economia.

O desgaste da transmissão e dos pacotes das embreagens das marchas pode ser uma preocupação, dependendo de como a máquina está sendo operada. O deslocamento inadequado pode causar desgastes adicionais.

As inversões de sentido em alta velocidade são uma prática comum. A inversão de sentido sem o uso de freios, sobrecarregará o conversor de torque e a transmissão devido a inércia. O operador ao inverter o sentido da carregadeira, com o pé no acelerador,força o conjunto para frente e repentinamente muda de direção, que fará com que todo o sistema absorva o tranco, provocando superaquecimento e desgastes dos componentes.

O operador com o intuito de obter tempos de ciclo mais rápidos, acaba provocando falha prematura de componentes muito caros, por isso os fabricantes estão tendo estudado maneiras de frear sem a intervenção do operador.

Transmissão OptiShift , usadas em carregadeiras grandes da Volvo, permitem que o operador faça mudanças direcionais em altas velocidades, mas sempre protegendo o equipamento. “Isto é chamado de reverter por frenagem”. Um computador detecta essa reversão em alta velocidade, acionando automaticamente os freios e parando a máquina. Assim, mesmo que o operador tenha esse mau hábito, poderá continuar operando normalmente e máquina vai cuidar do problema e protege-lo de si mesmo.

 

Carregadeira Volvo L220G

Funções adicionais automatizadas estão sendo incorporadas nas pás carregadeiras para proteger os componentes críticos do sistema. As carregadeiras da John Deere são projetadas para proteger o equipamento contra sobreaquecimento. Quando um sistema superaquece (como o motor ou transmissão), o motor vai entrar em um modo de potência reduzida para evitar mais danos, nas mais recentes se os eixos superaquecerem, o operador é imediatamente alertado.

 

Carregadeira John Deere 524K

As carregadeiras "inteligentes" de hoje podem avisar os operadores como ocorrem os problemas. Os sensores são configurados para transmitir dados (temperatura, nível de fluido, pressão) de sistemas operacionais críticos e o operador através do painel de instrumentos / display, monitora tudo. As luzes, indicadores e alarmes são projetados para chamar a atenção do operador para que os problemas possam ser identificados e tratados antes que ocorram os danos.

Alguns operadores de carregadeira ignoram o período de aquecimento do motor e componentes, recomendados na inicialização da jornada de trabalho, prejudicando o motor e o sistema hidráulico.

A partida a frio é critica, porque o óleo em baixa temperatura não lubrifica corretamente e é mais denso, dificultando seu percurso nos componentes internos, sempre aqueça a máquina se cuidarmos deste detalhe a vida útil dos componentes vai aumentar. Certifique-se de examinar todos os níveis de fluido a manutenção diária é fundamental.

Siga sempre as orientações do fabricante, lembre-se também do sistema hidráulico e eixos eles demorarão um pouco mais para atingir a temperatura do desempenho total.

Após a jornada de trabalho devemos deixar o motor esfriar por um mínimo de três minutos. A maioria dos grandes motores a diesel agora são alimentado por turbo. A velocidade de um turbocompressor pode alcançar a média de 40.000 a 50.000 RPM e se desligarmos o motor repentinamente, o turbo ainda estará girando a 40.000 RPM. Neste momento o óleo já não vai lubrificar o turbocompressor e este vai sobreaquecer, gerando desgaste prematuro, e reduzindo a vida útil desse componente muito caro.

Uma série de fatores pode causar o desgaste prematuro e falha nos pneus da carregadeira.

Operadores inexperientes gostam de patinar os pneus, o que é uma das piores coisas para a máquina. Uma vez que eles perdem a tração, eles estão fazendo mais trabalho. O diferencial entra em ação e se desgasta. Se o diferencial for automático vai sentir que as rodas patinam e aplica automaticamente os bloqueios do diferencial, diminuindo o desgaste dos pneus e proporcionando maior tração para uma maior produtividade.

A pressão incorreta é outra causa comum de excesso de desgaste. Estabeleça e mantenha um programa regular de verificação na pressão de inflação dos pneus. As verificações e ajustes a frio devem ser feitos pelo menos uma vez por semana. Verificações a quente devem ser feitas duas vezes ao dia, permitindo um controle dos problemas que podem surgir, como vazamentos ou aumentos anormais de pressão, provenientes do superaquecimento dos pneus. NUNCA retire o ar de um pneu quente (”sangria”).

Para combater este problema, existe no mercado um sistema de monitoramento da pressão dos pneus integrado, para alertar o operador de um problema de baixa pressão nos pneus.

Às vezes, em alguns casos, a patinagem dos pneus não e culpa do operador e sim dos pneus. Um pneu do tipo errado para a aplicação pode provocar patinagem por não fornecer a aderência necessária. É importante combinar pneus corretos para garantir a sua vida útil ideal no serviço. Cuidado para não colocar pneus desgastados e de diferentes medidas no mesmo eixo motor.

Algumas boas práticas podem ser seguidas:

  • Evite depressões (facões) quando dirigindo de uma área de trabalho para outra.
  • Dirija lentamente. Pneus de carregadeiras são relativamente espessos e rapidamente geram
  • alta temperatura, resultando em separação de rodagem.
  • Se houver necessidade de lastração, siga as recomendações conforme as especificações.
  • Evite patinagem dos pneus.
  • Para evitar danos nos costados dos pneus (laterais), certifique-se de que a largura total da caçamba é maior do que a distância entre as extremidades externas dos pneus dianteiros.
  • Se a pá carregadeira for usada em operação de transporte, não exceda o fator de capacidade de trabalho (FCT) dos pneus.
  • Use a caçamba para limpar o caminho, não somente para seu veículo como também para benefício de outros veículos.
  • Evite subir no material a ser carregado.
  • Efetue os carregamentos da carregadeira frontalmente (não articulada) bem como o carregamento dos caminhões.

Dicas operação - Pás Carregadeiras

05/08/2014
Enviado por Paulo Tagliaferri

Para alcançar a máxima produtividade de uma pá carregadeira na sua operação de carregamento os operadores e motoristas de caminhão devem trabalhar em conjunto. O posicionamento do caminhão em relação ao carregador é fundamental para aumentar a produtividade e produzir menores tempos de ciclo.  O caminhão deve se posicionar com um ângulo de 45 graus da pilha e manter uma distância que permita ao operador levantar e se aproximar simultaneamente para a posição de despejo, sempre em linha reta, com isso manterá a distância entre a pá carregadeira e o caminhão tão curta quanto possível, aumentando a produtividade significativamente.

Quanto menor a distância que a carregadeira gasta para se aproximar do caminhão de transporte, mais rápido o operador pode retornar para a pilha para a próxima carga. À medida que a pilha de material reduz, o operador da carregadeira deve ajustar o ponto do caminhão de modo há manter o tempo ideal de ciclo.

A carregadeira deve entrar reta na pilha do material, com o fundo da caçamba paralelo ao piso, em 1ª marcha e aceleração total e deslocamento limitado a 1,5 volta do pneu. Atenção carregamentos com a pá carregadeira na posição articulada geram elevados esforços no eixo dianteiro, desgaste no eixo cardã e até mesmo a sua quebra se o material carregado for de alta densidade. Várias empresas têm pesquisado o posicionamento preciso. Estudos mostram que o posicionamento ideal do caminhão deve ser de cerca de 20 metros do estoque para que a pá carregadeira possa operar em um ciclo de carregamento em 'Y' entre o caminhão e a pilha, para reduzir a possibilidade de uma colisão entre a pá e o caminhão, e maximizar a economia de combustível e a produtividade da pá carregadeira, limitando a distância de operação. Quanto mais o caminhão está distante da pilha de material, mais a pá carregadeira tem de viajar para carregar o caminhão, que consumira mais tempo e, por fim, comprometendo a produção. Precisamos ter certeza de sua operação de carga foi configurada de forma eficiente. Os fabricantes estimam um tempo de ciclo básico (carga, descarga, manobra) seja de 0,45-0,55 minutos dependendo do tamanho do equipamento.  Este tempo de ciclo pode ser influenciado por vários fatores. O entorno de um estoque pode dificultar as operações de carga, especialmente se outra máquina está envolvida. Certifique-se que a superfície da área operacional esteja livre de obstáculos como, objetos,  buracos ou material  derramado. Duas coisas são importantes ao dimensionar uma pá carregadeira para um caminhão: altura de descarga e a capacidade volumétrica da caçamba. Ou você seleciona um caminhão para se ajustar a máquina ou seleciona uma pá carregadeira para atender a frota de transporte. Todos  fabricantes fornecem as capacidades de carga e gráficos de densidade de material para combinar com a caçamba de sua máquina.  Para calcular o tamanho da caçamba, divida o volume necessário por ciclo pelo fator de enchimento da caçamba. Um alto fator de enchimento naturalmente permite que mais material  seja movido por ciclo. Os fatores que afetam isso são formato da caçamba, o material a ser movido e o ângulo de recolhimento da caçamba. Caçambas mais profundas comparadas com máquinas que têm um ângulo de recolhimento superior à altura de transporte irão mover mais materiais. 

O volume da caçamba e a densidade do material irão determinar a pá carregadeira de tamanho correto.  Ao realizar os cálculos, selecione sempre uma pá carregadeira de rodas com uma capacidade um pouco maior do que você calculou. Contrapesos excessivos e uma máquina sub dimensionada irão reduzir a vida útil dos componentes e impactar negativamente a estabilidade.  Se um o vendedor recomendar um lastro no equipamento é um sinal de que a carregadeira foi dimensionada de forma inadequada. Se for necessário acrescentar mais peso na máquina, aconselhamos usar cloreto de cálcio (CaCl) nos pneus como o método preferido, em vez de adicionar contra pesos, porque consumirá menos combustível. 

Em algumas aplicações, o lastro dos pneus pode oferecer tração adicional para evitar a patinagem das rodas em condições extremas, bem como a estabilidade adicional. As máquinas atuais têm derrapagem mínima devido às opções de diferenciais, como a posição de bloqueio, deslizamento limitado ou lock up, mas algumas aplicações que envolvem condições escorregadias para períodos maiores podem exigir que de lastro ser colocado no pneu. Isso ajudará a manter a tração.  Se não quiser usar o CaCl (pode corroer os aros) sugerimos anticongelante RV importado dos USA.  Algumas dicas para uma operação rápida e produtiva:

O serviço de limpeza aumenta a produtividade. É também importante manter limpo o piso de movimentação em frente da pilha. Um piso de carga limpo economiza no desgaste dos pneus, reduzindo cortes. Também permite que o tempo de ciclo constante seja mantido com muito mais facilidade.  Limpeza é igual à velocidade. Os operadores podem manter uma velocidade maior durante o ciclo, porque eles não estão sendo balançados no terreno irregular, ajudando a manter o material na caçamba depois de ter sido carregado, minimizando o derramamento de material.  As carregadeiras de rodas devem permanecer sempre em movimento. Nivele o piso da área de carga e se prepare para o próximo caminhão de transporte.

Auxilie os motoristas no posicionamento correto do caminhão para permitir tempos de ciclo ideais e posições adequadas.  Limpeza da plataforma e estradas também são muito importantes, e não afetam os tempos de ciclo. Limpando corretamente as superfícies e mantendo-as aplainadas reduziremos a possibilidade de tombamento, quebras, deslizamentos, não mencionando uma redução no derramamento de materiais.  Operadores treinados conhecem os recursos das maquinas.  Também é importante compreender quaisquer características que aumentem a produtividade. Se os operadoras não conhecem os procedimentos operacionais corretos para a unidade que estão usando sua operação será medíocre! Um exemplo seria o uso do seletor de potência do motor, se usado incorretamente aumentará o consumo e afetará o desempenho.  Outras características incluem o retorno de cavar e retornar da caçamba para transportar. O treinamento adequado sobre o uso desses recursos pode aumentar a produtividade. As características especiais, como retorno para escavar e retornar para realizar tarefas reduzirão a fadiga do operador e podem ter um efeito positivo sobre a produção e os tempos de ciclo. Existem operadores que não gostam desses recursos, porque eles não foram treinados para usá-los de forma eficaz.  Consistência é o maior benefício. Esses recursos certamente minimizarão a fadiga do operador e permitem altos níveis de produção consistentes de serem mantidos ao longo de um ciclo de trabalho, automatizando algumas das respectivas porções do ciclo.  Além disso, não interferem no conforto do operador. Um operador em estado de conforto é a chave para a produtividade. Assentos reguláveis e anatômicos, controle interno de temperatura, detalhes ergonômicos, vidros curvos e tintos e um bom rádio / CD player com pendrive, contribuirão para melhorar a produtividade.

Mas lembre-se, não perca a atenção durante a operação. Carregamentos contínuos geram desgatas e proporcionam ao operador uma atenção dispersa. Isto pode causar baixa produtividade e até mesmo acidentes.

 

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